Maastricht - O Departamento de Justiça não revela como é que o baixista dos Heideroosjes foi envolvido num caso de pornografia infantil. O
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Não há provas de que Aïcha tenha lutado (Telegraph.co.uk)
MAASTRICHT - Não foram encontradas provas suficientes de que a muçulmana de Maastricht Aïcha (19) tenha participado na jihad na Síria. Por conseguinte, não será processada, anunciou o Ministério Público na terça-feira. O caso será arquivado.
Aïcha converteu-se ao Islão em 2013. Alguns meses mais tarde, no início do ano passado, terá partido de comboio para a Turquia. Através desse país, dirigiu-se para a Síria. Aí, terá pretendido casar com o conhecido jihadista holandês e antigo militar Yilmaz. Teria vivido em Raqqa, a capital do califado do Estado Islâmico. Em novembro, regressou aos Países Baixos. A mãe tinha-a ido buscar. À chegada aos Países Baixos, Aïcha foi detida. A justiça suspeitou da sua participação numa organização terrorista, mas foi libertada ao fim de uma semana.
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